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Alcança quem não cansa

Um Blog utilizado para a divulgação das obras de Aquilino Ribeiro. «Move-me apenas o culto da verdade, pouco me importando que seja vermelha ou branca.» [Aquilino Ribeiro]

Um Blog utilizado para a divulgação das obras de Aquilino Ribeiro. «Move-me apenas o culto da verdade, pouco me importando que seja vermelha ou branca.» [Aquilino Ribeiro]

Alcança quem não cansa

17
Mar25

OPINIÕES e CRÍTICA LITERÁRIAS: «O ROMANCE DE CAMILO». Biografia e crítica: I, II e III Tomos (1956).

«O ROMANCE DE CAMILO». Biografia e crítica: I, II e III Tomos (1956). Nota Preliminar (1961)

Manuel Pinto

Jornal do Comércio

RAUL REGO

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Diário de Lisboa
ROCHA JÚNIOR

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Diário de Lisboa
ÁLVARO SALEMA

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Voz de Portugal
JOÃO GASPAR SIMÕES

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16
Mar25

CAMILO CASTELO BRANCO: Bicentenário do Nascimento (16-03-1825). «O ROMANCE DE CAMILO». 1956. "Biografia e crítica" (3 Tomos).

«O ROMANCE DE CAMILO». Biografia e crítica: I, II e III Tomos (1956). Nota Preliminar (1961)

Manuel Pinto

 2025 :  2º CENTENÁRIO DO NASCIMENTO

DE

CAMILO CASTELO BRANCO

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«O Romance de Camilo»

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Resumo:

VOLUME  :  369 pp.; XVI cap.

VOLUME  II :  381pp.; XII cap.

VOLUME  III :  327 pp.; XIII cap.



«Este livro, em despeito do título, não pode considerar-se romance. Sendo talhado, até onde me chegou a arte, no cerne da vida, é história verdadeira. De resto, apenas quando se me tornou mister que os factos luzissem consoante decorreram no guinhol humano, à luz própria, recorri à forma literária da romanceação. Quer dizer, em certas passagens, tive de proceder em harmonia com as três dimensões, tempo, lugar espaço, e em vez de molhar a pena no tinteiro de chifre dos escrivães da puridade, com a oração no pretérito, servi-me do aparo de aço com os tempos no indicativo. Mas, à parte estas breves interposições, o grosso da narrativa decorre desteatralizado, na monocórdica escritura.»
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

«Que se não conformem com a análise espectral os discípulos de Pangloss: os que trazem às costas a opinião dos outros como uma mochila do regimento; os fetichistas do ídolo absoluto; os filhos desmiolados de papá, desatentos de tudo o que não seja o volante e a bola do seu clube; todos os lentaços e letrados, escaravelhos das ideias que andam pelo chão, e ainda aqueles que transformam os seus preitos em sacramentalidade -- não se conformem e fujam de ler este livro que pode provocar-lhes a erisipela.
Mas sempre lhes digo: a história literária não é uma ladainha, nem uma lixívia; antes uma prospecção. Escava-se no indivíduo até encontrar o escritor como se removem as entranhas do monte até pôr a nu o veio aurífero.»
 
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 
«Aqui está o que pretendi fazer escrevendo o Romance de Camilo: procurar o homem picado do génio e das bexigas, que até à idade madura passou as passas do Algarve, foi pai de dois filhos loucos, brigou, confessando-se plebeu, a coroa de visconde, matrimoniou-se no tarde com a pobre matrona desencaminhada do lar, era desdenhado das mulheres, contemptor de Deus e do seu semelhante, animal de nervos, irregular em tudo. Cometi esta empresa sem o mínimo preconcebimento e cuidadoso de não incorrer na excomunhão dos arciprestes da hiperdulia.»
 
 

* * * * * * * * * * 

 

Entrevista transmitida no Rádio Clube Português, na rubrica "Perfil de um Artista", a 16 de Julho de 1957. Realização de Igrejas Caeiro.
 
(I) Entrevista a Aquilino Ribeiro (parte 1/4)   duraçao: 9:50 m.

(II) Entrevista a Aquilino Ribeiro (parte 2/4)

 

(III) Entrevista a Aquilino Ribeiro (parte 3/4)

 
(IV) Entrevista a Aquilino Ribeiro (parte 4/4)

Transcrição (a partir do minuto: 3:01) do vídeo [ parte 4/4 ]:

I. C. — Qual foi a razão que o levou a escrever O Romance de Camilo, essa obra monumental, que tem provocado tanta discussão?
A. R. — Bem. A obra, o Camilo é uma figura deformada; ele próprio se deformou. O Camilo recorda-me um pouco o gato, o gato velho que para enganar os ratos se enfarinhava. Ele, o Camilo começou por se enfarinhar, deformar a sua natureza toda. O Camilo foi um homem infeliz, realmente, em toda a linha.
Mas a grande, a grande infelicidade do Camilo, a grande desgraça de Camilo foi as mulheres não gostarem dele. As mulheres não gostavam de Camilo.
I. C. — Deu o que hoje chamamos um complexo!?
A. R. — Deu um complexo. Deu um complexo tremendo e toda a obra dele… Agora, dir-me-á: «Mas as figuras dele estão todas certas.» — Estão todas certas. É, realmente, ele, ele tinha um sentido de compreensão, que de uma ou duas, três mulheres que amou, ele tirou todas as outras. E estão todas certas, mas… mas…as mulheres não gostaram de Camilo. Toda a sua tragédia, a primeira, além da tragédia…, não falando na tragédia económica, que para ele foi secundária já…
I. C. — E talvez até útil, para fazer uma obra vasta…
A. R. — Ah, sim, ele se tivesse, se fosse, quando ele, quando o filho dele, Nuno, casou com uma herdeira rica, por malas-artes do próprio Camilo, que a foi… ajudou a raptar… O Camilo nesses anos não produziu coisa nenhuma, porque ajudou a comer a fortuna do filho.
I. C. — Portanto, estava satisfeito economicamente e não trabalhava.
A. R. — Exacto; é verdade.
I. C. — Mas, em todo o caso, ainda não me disse a razão por que se meteu a escrever O Romance de Camilo
A. R. — Bem, precisamente por isso, porque é uma figura, é uma figura…
I. C. — Que era preciso esclarecer.
A. R. — É uma figura apaixonante…
I. C. — Que era preciso esclarecer.
A. R. — … que eu tinha ideias particulares sobre ele. Ele, realmente, quando as ideias estão dentro de nós como uma fonte, é preciso dar-lhe vazão, não é? Este…, eu tinha ideias especiais sobre o Camilo…, maneiras de ver que nem o Alberto Pimentel, nem António Cabral, nem Dias da Costa, nem esses outros críticos, esses biógrafos que se ocuparam dele, como de nenhum escritor português, pareceu-me que nenhum deles o compreendeu. Eh…, não quer dizer que eu tenha acertado. Imagino que acertei, porque se não, realmente, não me teria abalançado [I. C. — com certeza!] a uma obra destas, mas, seja como for, foi realmente essa necessidade de dizer: Não! Tudo isto está, está errado. O edifício está…
I. C. — … mal construído.
A. R. — …está mal construído. Nós temos… e comecei pelo princípio. Eis a razão por que eu me realmente…
I. C. — Eu próprio beneficiei…,
A. R. — Ahaahh…
I. C. — porque troquei muitas impressões com o Mestre Aquilino, quando tive de realizar a minha interpretação do papel de Camilo.
A. R. — E muito bem…, e muito bem...
 
 
*********************    *********************
 

… «A meia grosa de livros que escrevi foram de facto para mim, em tanto que obra de criação e exalçamento, como igual número de vinhas que plantasse. Nesta faina exaustiva tive de desatender à vida de relações, não cultivar como devia a amizade, remeter os meus à vis própria quando poderia com um pouco de arte, salamaleque, e o "quantum satis" da desvergonha cívica nacional, consagrada e triunfante, guindá-los a ministros ou banqueiros. Permiti ainda, levado na minha obsessão, que os gatunos oficiais e de mister me metessem as mãos nas algibeiras, os pirangas me ludibriassem, e toda a canzoada humana me ladrasse impunemente. Numa palavra, a vida utilitária, o arranjinho, a conveniência mundana nunca me roubaram um minuto de labor. Valeu a pena toda esta existência de sacrifício, de que ninguém se apercebeu, que ninguém me agradece, de que aliás ninguém me encomendou o sermão? Em minha consciência não sei responder.»...

A.R.

Excerto da dedicatória do livro «Quando os Lobos Uivam» ao Dr. Francisco Pulido Valente, datada de Dezembro de 1958.

 

14
Mar25

BICENTENÁRIO do Nascimento (16-Março-1825) de CAMILO CASTELO BRANCO

«200 anos depois: (1825-2025)»

Manuel Pinto

http://www.camilocastelobranco.org/index2.php?1&it=evento&mop=0&LG=0&SID=3aec7e50574c901fbb2603754c1e86ed&co=1451&tp=6 

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http://www.camilocastelobranco.org/img2.php?co=4734 

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“Camilo é tão valioso como Machado de Assis, Shakespeare ou Dante”

O MINHO/LUSA
Bicentenário do nascimento do escritor
 
Foto: DR / Arquivo
 

«O diretor do Centro de Estudos Camilianos, Sérgio Guimarães de Sousa, disse à Lusa que Camilo Castelo Branco, de quem se está a comemorar o bicentenário do nascimento, é tão valioso como qualquer nome maior da literatura mundial.

Em declarações à Lusa a dias de se completarem 200 anos sobre o nascimento do escritor Camilo Castelo Branco (1825-1890), o diretor do Centro de Estudos Camilianos e da Casa de Camilo, em São Miguel de Seide, no concelho de Vila Nova de Famalicão, frisou a importância do autor de “Amor de Perdição”, lembrando as pontes internacionais que foram estabelecidas com universidades no Brasil e até nos Estados Unidos da América para o bicentenário.

“Camilo é tão valioso como um Machado de Assis, um Dante, um Shakespeare”, afirmou Sérgio Guimarães de Sousa, acrescentando que, “de uma maneira ou de outra”, ainda hoje os portugueses são descendentes da escrita de Camilo Castelo Branco e do seu “universo de eleição”, remetendo para o interior do país e para a região Norte.

Para o também professor da Universidade do Minho, Camilo Castelo Branco descende, por seu lado, de um “conjunto estelar” de autores que vai de Cervantes a Rabelais, “autores que cultivaram o romance no período em que o romance era inteiramente livre”.

“Camilo é um descendente direto desse tipo de criadores livres. É um escritor indisciplinado, irreverente, incondicionalmente livre, que é como quem diz um autor que não segue um rumo fixo, linear, e que subverte os códigos de género”, afirmou o investigador, que se doutorou em 2006 no Minho com a dissertação “Entre-dois. Desejo e Antigo Regime da Ficção Camiliana”.

Sérgio Guimarães de Sousa assinalou, por exemplo, que quando um leitor olha para “Amor de Perdição” como “uma narrativa carregada de sombras românticas” esquece-se de que boa parte do texto está carregada de humor e de ironia.

O diretor do Centro de Estudos Camilianos lembra momentos, na obra de Camilo, em que o autor, que sabe que quem o lê está à espera de saber o que acontece a determinada personagem, decide dedicar duas ou três páginas a uma descrição distinta. “Porquê? Porque decidiu”, afirmou o investigador, sublinhando que “Camilo é livre” e isso é algo que se manifesta na sua escrita.

As comemorações do bicentenário de Camilo Castelo Branco foram lançadas pelo Centro de Estudos Camilianos e Casa de Camilo no ano passado e prosseguem este ano, com destaque para vários momentos como o congresso internacional que se realiza entre sexta-feira e domingo, na Casa de Camilo.

Até 31 de agosto, no Centro de Estudos, é possível visitar a exposição “Jorge. Desenhos do meu filho”, constituída por desenhos da coleção do filho de Camilo Castelo Branco e Ana Plácido, que teve a edição de um catálogo a acompanhar.

No próximo mês, no âmbito das novas edições das obras de Camilo, vão ser publicados, num só volume, “A Bruxa do Monte Córdova” e “A Filha do Doutor Negro”.

O programa do bicentenário inclui ainda atividades para escolas e um ciclo de cinema.

Camilo Castelo Branco nasceu em 16 de março de 1825 na Rua da Rosa, em Lisboa, e perdeu a mãe aos 2 anos e o pai aos 10, tendo ido viver com uma tia para Vila Real. Ao longo da extensa carreira jornalística e literária, assinou obras que viriam a ser livros maiores da literatura em português, de “Amor de Perdição” a “Doze Casamentos Felizes”, entre muitos outros.

Homem de vários interesses, profissionais e amorosos, é preso na Cadeia da Relação do Porto, a par de Ana Plácido, acusados de adultério, dada a existência do casamento de Plácido com o comerciante Manuel Pinheiro Alves. Ambos foram absolvidos.

“Julgados na cidade e encarcerados durante cerca de um ano na cadeia da Relação do Porto, enquanto decorriam as investigações e as posteriores sessões do tribunal, o processo espoletou um enorme interesse mediático, dividindo a sociedade e a opinião pública portuguesa. O próprio rei D. Pedro V fez questão de visitar o réu no cárcere por duas vezes (em 1860 e 1861)”, pode ler-se no ‘site’ do Museu do Tribunal da Relação do Porto, onde se assinala a curiosidade de o processo ter sido alvo de despacho pelo juiz José Maria de Almeida Teixeira de Queirós, pai do escritor Eça de Queirós.

Mais tarde, instalam-se em São Miguel de Seide, numa casa que tinha pertencido ao entretanto defunto Pinheiro Alves.

“Sem outros recursos além dos do seu trabalho, [Camilo] faz da pena o ganha-pão único numa ansiosa e febril necessidade de escrever para viver. Assim lhe vão decorrer os últimos 25 anos de vida, numa casa triste, cercada de paisagem triste. O destino dos filhos adensa-lhe sobre a alma nuvens negras de funestos presságios: Manuel, após uma falhada aventura comercial em Angola, entrega-se aos excessos de uma vida de boémia e morre prematuramente [em] 1877; Nuno segue-Ihe o exemplo, numa sucessão ininterrupta de aventuras, jogo e degradação a que nem um casamento de escândalo, patrocinado pelo pai, consegue pôr termo; Jorge, que começara desde cedo a dar inequívocos sinais de perturbação mental, mergulhava pouco a pouco num estado de demência irrecuperável”, lê-se na biografia disponível no ‘site’ da Casa de Camilo.

Um dos dois “gigantes” literários do século XIX português, a par de Eça de Queirós, na opinião de Sérgio Guimarães de Sousa, Camilo Castelo Branco, já cego devido à sifílis de que padecia, suicidou-se em 01 de junho de 1890.»

O MINHO/LUSA
 
 
13
Mar25

ANTOLOGIA _ A1 ( XXI - 53) - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro. 1950. Ensaio. «DO BERÇO À NAU S. BENTO» {c. IX de XVIII} * [ vol. I ]

XXI - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro . 1950. Ensaio.

Manuel Pinto

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(continuação)

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«Serões em Enxobregas.»
«Houve alguma vez serões no paço de Enxobregas ou de Santos-o-Novo? Jorge Ferreira de Vasconcelos, no Memorial da Segunda Távola Redonda, decanta a beleza e a elegância da Infanta, por ocasião de um torneio que houve, mas nos Paços da Ribeira.»

«O retrato de António Moro. Etérea, inupta e coriácea.»
«E nós estamos a vê-la animar-se, no retrato de António Moro, com aquele vestido de veludo preto, afogadíssimo, rendas nas mangas golpeadas por baixo, uma gargantilha de gemas, em cujo firmal, uma pérola, ao que se afigura, pegam dedos longos e finos como lótus. Esses dedos espirituais, e o rosto ascético, de arestas amaciadas, com uma boca fina e olhos que deviam ser de azul celeste, o todo descerrando uma expressão de doçura, mas pronunciadamente freirática, contam a história mais melancólica e desolada que jamais teve princípio e fim em paços de reis. Alguma vez a Luís de Camões se ofereceu o ensejo de sentir a sombra sequer desta segunda Zenóbia -- incessu deae --, de pisar de deusa, dizia o velho Resende?!»


* * * * * * * * * *

11
Mar25

ANTOLOGIA _ A1 ( XXI - 52) - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro. 1950. Ensaio. «DO BERÇO À NAU S. BENTO» {c. IX de XVIII} * [ vol. I ]

XXI - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro . 1950. Ensaio.

Manuel Pinto

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«Os amores incestuosos do monarca.»

... «Em verdade, a crónica desta princesa (Infanta D. Maria), constitui um dos dramas mais retortos e empolgantes da história portuguesa... Drama subtil e indeciso como tudo o que se passa nos bastidores do palácio.
Nasceu a Infanta do casamento de D. Manuel, quinquagenário, com Leonor, irmã de Carlos V, de vinte anos de idade, simpática, fogosa, compleição flamenga temperada ao fogo espanhol. A vida do pai, nos três derradeiros anos de matrimónio, foi uma longa e obsidiante tortura. Di-lo Herculano e o conde Vila Franca; deixa lobrigá-lo nas entrelinhas o circunspecto Luís de Sousa. O monstro verde do ciúme devorava-lhe o coração com surda e inelutável ferocidade. Havia roubado a mulher ao filho, el bovo, e a lógica da natureza, saltando por cima de todo o condicionado humano, vingava-se do despautério.»

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(continua)

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